segunda-feira, outubro 19, 2009

A DIFÍCIL ARTE DO PERDÃO...


«Não penses mal dos que procedem mal, pensa somente que estão enganados.»
*
(Sócrates, o filósofo!
470 ou 469 a.C.)
*
Difícil, não é?
Abraço de vento, da ilha da Esperança!
OBRIGADA, ALCINA!!!!
Há Amizades que revolucionam uma vida!
A nossa... está a fazer de mim alguém melhor...
(Estou a tentar...)
Ni*

7 comentários:

Ribeiro disse...

"momentus"

Por momentos fiquei perdida nas imagens do meu pensamento...Belas são as imagens da amizade!
Nem tudo é para sempre, mas nada vai conseguir mudar o que fica de cada momento.
Tu minha amiga já és alguém tão melhor, com tanta força e tanta coragem, que cada momento contigo me inspira e fortalece.
Sinto-me alegre....Devo a ti este momento! Obrigado.

Alcina Ribeiro

Anónimo disse...

Melhorar, melhorar sempre é o desafio !
Consciência de que os nossos julgamentos são faliveis é de elementar prudência.

João Miguel

Henrique Dória disse...

Foi por isso que ele morreu pelo veneno.Beijos

Cirse disse...

Nina querida,acredito que nos tornamos mais livres,quando aprendemos a perdoar...

Beijos de luz,pra ti...

Carinhosamente,

Cirse.

Anónimo disse...

Querida Ni,
Reforço o meu desejo de rápidas melhoras.
Quanto a pensar mal dos outros, estou numa fase em que penso mal na medida do que é objectivo e não me apetece perdoar. Não o tenho que fazer a quem me faz mal.
Um beijinho e boas melhoras.
P.S. a fotografia é óptima, como sempre.
De todo o modo, vou guardar a frase para quando me apaziguar interiormente.
Teresa

Anónimo disse...

Entre o barulho crepitante da serventia e da clientela as duas vozes e olhares interrogavam-se mutuamente, um a observar, enquanto o outro displicente lhe colocava por palavras a opinião final.
- Sabes? Acho que tu és um pessoa egoísta.
Aquela frase, nascida do conhecimento que por despeitos lhe haviam feito chegar, soava a uma sentença por um crime que nuna fora seu.
No bolso, secretamente a mão amarrotava a derradeira prova que tudo podia desmentir do que acabava de ouvir, testemunho do que a poucos se pode dar o que menos ainda se disporiam a ofercer a alguém num gesto genuíno de abnegação.
O perdão, esse, fê-lo no silêncio com que partiu, deixando ao tempo ingrata missão do esclarecimento que seria para sempre tardio.

(desculpa o anonimato, pois não sou eu que importa, mas a história, essa tão real quanto eu)

Maria disse...

Refiro o post acima, fechado a comentários (que naturalmente percebo).
Quero pedir-te que não desistas, Ni. Talvez seja pedir muito, mas é o que sinto agora. Pode ser que um dia destes os médicos tenham uma solução.
Mas não desistas, Ni...

Um abraço, ao de leve, sabes porquê...