segunda-feira, outubro 20, 2008

HOJE APETECE-ME APENAS...

... parar tudo a que chamam inadiável e adiar.

Ouvir Diana Krall e deixar-me tentar... pela suavidade hipnótica deste som-tentação-à-tentação...

Sim, hoje... a sensualidade da blusa preta justa... do colar exótico onde o meu cabelo negro e despudoradamente comprido se enrola... murmura-me num convite quase lunar, quase uivado, que deixe todos os papéis e obrigações e me permita, simplesmente, dançar descalça...

...

domingo, outubro 19, 2008

AS PONTES DE MADISON COUNTY




"Do whatever is necessary to find happiness in your life, because it happens just once in a lifetime - if you're lucky!"


in "As Pontes de Madison County".


...


Ninguém fica indiferente a este filme. Fez parte da minha noite deste Sábado indeciso entre chuva forte, granizo, trovoada, sol, céu azul...

Impossível não sentir, aplicada à nossa vida, a pergunta 'E se...?'.

A frase transcrita em cima, é da personagem Francesca... um legado de amor aos filhos...

Que filme!
...






... ficaram durante bastante tempo abraçados. E ele murmurou-lhe:

«Só tenho uma coisa a dizer, apenas uma; nunca voltarei a dizê-la a ninguém, e peço-te que te lembres dela: num universo de ambiguidades, este tipo de certezas só existe uma vez, e nunca mais, não importa quantas vidas se vivam.»
...
in "As Pontes de Madison County".

Que livro!




sábado, outubro 18, 2008

RECADO... (para mim)




O teu próprio olhar fixa-te e interroga-te, no espelho casual, numa manhã de Sábado. Queres abrigar-te da interrogação, mas não consegues. Não fujas de ti. És livre. Agora és livre! E a água divina lava-te a memória e o sal. Sentes um sorriso que te sussurra para lhe abrires a tua vida e, de repente, se o quiseres... renasces. Acredita em mim! Ainda que agora doa... ainda que não saibas os contornos das linhas do mapa da terra das águas calmas, permite-te ser quem és! SimplesMENTE. Sente o corpo ressurgir da rotina enfadonha a que te submetes, sem nunca te permitires erros ou loucuras-puras-verdades, esquecendo o céu sobre ti. Os teus olhos, velhos guerreiros feitos prisioneiros durante tantas décadas, cravejam a terra que vais pisando e te vai gastando. Olha para cima: há todo um mundo autêntico à espera que o descubras de corpo inteiro. Olha para cima!
*
Ni*

sábado, outubro 11, 2008

AS ESCADAS QUE SÓ SE DESCEM...


Parei o momento e reconheci cada detalhe, de cada instante, daquelas escadas.
As escadas que só se descem.
Quando nos permitimos sentir frio, cansaço e vontade de nos enrolarmos, inertes.

«- Cada instante é diferente» dizes-me, com a certeza própria de quem acredita em certezas e nunca viu um encontro de silêncios e de solidões.

Cada silêncio é diferente.
Cada solidão é diferente.

Cada instante é o eco do instante primeiro.
Espelho do espelho do espelho do espelho... até o pararmos com o olhar.


Nunca entenderás que há escadas que só se descem.
...

Ni* (Escrito há algum tempo... )

quinta-feira, outubro 09, 2008

NUMA NOITE...

Post recuperado... lá atrás, no blog. O texto de partida é fantástico! Aliás... todos os textos daquele jovem autor...





Numa noite, com data certa, na pureza desta cidade que não cessa de me aveludar a pele...



Escrevo-te para te murmurar aquele 'amo-te' que me desenhaste há anos atrás. Murmuro-to hoje porque ainda te amo, embora te negue muitas vezes três vezes, e porque é esse ter-te no negar-te que me mantém viva. Sei que os meus cabelos negros te correm nas veias e o meu nome, que os meus dedos escreveram nos teus poros, morde-te a memória. Sei. Não há nada de ti que não saiba de olhos fechados, como caminho único. Mas o que conheci então é o meu passado. E hoje, frente às minhas mãos onde as linhas que te escrevo se cruzam com as tuas, o futuro chama-se espelho do espelho do espelho do que sempre fomos. Sonho-te todas as madrugadas, de olhos abertos, para de ti receber mais um dia em cada dia. Ou será mais uma vida, em cada vida? E assim, dormente, enroscada na interrogação, sou.



Volta.


Ni*





(Inevitável... escrever... face a um texto que li aqui e aqui... após uma noite de trabalho... de exaustão. E agora... vou dormir com a madrugada...)

domingo, outubro 05, 2008

DIVIDIDA


Ando sobrecarregada de trabalho!
Apesar da minha energia transbordante... estou numa daquelas situações em que é TANTO o que há para fazer... é TUDO para ontem... que não consigo estabelecer prioridades.

Ainda assim... e porque sou feliz em aula, e fora dela, com os meus alunos... criei um blog conjunto com eles...
*

*
*
É quase impossível fazer algumas correcções a todos os posts, porque em duas semanas... vão ver o que eles já partilharam...
Bom, muito bom... mas muito trabalhoso!
Deixo aqui um post do blog «QUEM ÉS TU?» : o texto foi iniciado por uma aluna, continuado por um colega meu... e também professor dessa aluna... e a seguir escrevi eu (porque estes meus dedinhos não conseguiram ficar quietos... e obedeceram a este vício da escrita...)
*
(Vão ler os 'meus meninos'... eles apreciarão uma palavra vossa!)
*

LUZ


Estava escuro como breu e tu apareceste, Sol radioso e brilhante, trouxeste a felicidade de volta à minha vida. Iluminaste-me o caminho durante uma longa jornada que fizémos juntos, lado a lado, uma só alma em dois corpos. Juraste que seria para sempre, que nunca irias para Oeste... a tua luz sempre foi indispensável para mim, o teu calor aquecia-me no dia mais frio, mas acabaste por te revelar apenas o início de um sonho inacabado. Quando a noite chegou, desapareceste no mar, deixaste-me só, com o meu fraco luar, a iluminar todos os outros amores, sem poder viver o meu. Ainda hoje sofro por isso... e agora vivo... talvez à espera que o dia chegue para eu poder ver outra vez essa luz brilhante e amarela... sejas tu, ou seja outro Sol que vier em teu lugar.

*
E o Sol aparecerá e encherá de luz e calor mais um dia para mais tarde ir para Oeste e desaparecer no mar. E quando isso acontecer, mais uma vez uma grande Lua Cheia iluminará a noite... sem o calor do Sol, mas com uma beleza incomparável.
*
Tauronet
*
É a beleza líquida das luas azuis, que migram para Norte nos olhos de quem conhece o sal da solidão... e o doce do riso cúmplice e solar...
Nessas noites, o vento é de Levante, cortando cirurgicamente, impiedosamente, letra a letra, o teu nome. E as marés, inconformadas, gritam até à exaustão que em mim, a memória dos teus poros, nunca será pó.
É que tu juraste que seria para sempre, que nunca irias para Oeste...
*
Ni*

quarta-feira, outubro 01, 2008

SE TU ME AMASSES...


Post recuperado de Dezembro de 2007





Se tu me amasses, eu seria a tua pátria. E a tua casa. E as tuas mãos. E a tua língua. E seria, sem pudores, nudez e fogo e memória da semente da raiz de todas as árvores, que se aquietam com o peso branco da neve. Ao tempo, roubaria a pressa e puxar-te-ia para dentro de mim, rio e relâmpago, vulcão e desvario, mel e lava. Se tu me amasses, recomeçaria a viagem contigo e faria dos teus braços os apeadeiros... e do teu corpo a chegada. E ficaria nele, com a firmeza de quem sabe que o vento une em abraços quem se quer. E dos meus dedos escorreriam palavras gemidas e incontidas, que espalharia em ti, como fogo aceso e a partir de então inapagável. Porque se tu me amasses, todos os cansaços seriam verbos conjugados no passado... e a minha boca só sabe a presente...


Não, não quero regressar. Só a ti.


Ni*


_____________.0o0._____________

Texto-resposta a um post do Manel Coutinho Ribeiro, no Anónimo... que reproduzo em baixo.


Como escreve bem, este homem! Céus...


Não sei se tu...

Se tu me amasses, eu construiria com as minhas mãos uma cabana com árvores e neve à volta, uma lareira, o calor dos abraços, a nudez, os dedos que correm devagar nessa nudez, os beijos, a língua que te desenha os contornos dos lábios, o tempo que corre devagar, o querer estar ali, o entrar em ti até ao fim, estar lá, estar lá, ficar ali, que o tempo corre devagar, nenhum de nós tem pressa, começar tudo de novo, a fuga, a viagem, as coisas que levamos, frugais, os casacos grossos, a neve, os corpos suados, o vento que se agita e a neve que bate contra as janelas, o fogo aceso, os teus dedos que sugo, um a um, o cansaço, o abraço, o abraço. Esquecidos. O tempo parou ali, naquela cabana com neve à volta. E eu não quero regressar, não sei se tu.




MCR

SE TU ME AMASSES...

Post recuperado de Dezembro de 2007




Se tu me amasses, eu seria a tua pátria. E a tua casa. E as tuas mãos. E a tua língua. E seria, sem pudores, nudez e fogo e memória da semente da raiz de todas as árvores, que se aquietam com o peso branco da neve. Ao tempo, roubaria a pressa e puxar-te-ia para dentro de mim, rio e relâmpago, vulcão e desvario, mel e lava. Se tu me amasses, recomeçaria a viagem contigo e faria dos teus braços os apeadeiros... e do teu corpo a chegada. E ficaria nele, com a firmeza de quem sabe que o vento une em abraços quem se quer. E dos meus dedos escorreriam palavras gemidas e incontidas, que espalharia em ti, como fogo aceso e a partir de então inapagável. Porque se tu me amasses, todos os cansaços seriam verbos conjugados no passado... e a minha boca só sabe a presente...
Não, não quero regressar. Só a ti.


Ni*


_____________.0o0._____________

Texto-resposta a um post do Manel Coutinho Ribeiro, no Anónimo... que reproduzo em baixo.

Como escreve bem, este homem! Céus...


Não sei se tu...

Se tu me amasses, eu construiria com as minhas mãos uma cabana com árvores e neve à volta, uma lareira, o calor dos abraços, a nudez, os dedos que correm devagar nessa nudez, os beijos, a língua que te desenha os contornos dos lábios, o tempo que corre devagar, o querer estar ali, o entrar em ti até ao fim, estar lá, estar lá, ficar ali, que o tempo corre devagar, nenhum de nós tem pressa, começar tudo de novo, a fuga, a viagem, as coisas que levamos, frugais, os casacos grossos, a neve, os corpos suados, o vento que se agita e a neve que bate contra as janelas, o fogo aceso, os teus dedos que sugo, um a um, o cansaço, o abraço, o abraço. Esquecidos. O tempo parou ali, naquela cabana com neve à volta. E eu não quero regressar, não sei se tu.


MCR

terça-feira, setembro 23, 2008

«erranteUno»...




Duas das montagens realizadas por erranteUno... Luís Lanção... para uma apresentação em Power Point numa aula de Contrato de Leitura, sobre «Lisboa, livro de Bordo», de José Cardoso Pires. Posteriormente surgiu o filme... belíssimo, aplaudido de pé pela viúva, pela filha, pelo editor de José Cardoso Pires... por todos os professores e colegas presentes.

Fixem o nome... Luís Lanção. Já é um grande realizador. Vamos ouvir falar muito dele daqui a uns tempos. Esta é a gente deste meu país que tanto amo! Gente 'ousada'... gente que transmuta em beleza as emoções... gente que faz... gente bonita!


Ni*


sexta-feira, setembro 19, 2008

«A ÁGUA QUE FALA CALOU-SE...»

Post antigo recuperado...

«Ide dizer ao rei (...)
A água que fala calou-se» *
*
* Excerto da resposta do Oráculo de Delphos a Oríbase.
*
:.`*´.:
*
O instante, acreditei-o perfeito,
como semente frutificada...
Murmurei o teu nome,
incensei-o de mim.
Invoquei os sete elementos.
E acreditei,
ingenuaMENTE,
que tu vias a minha alma de ilha,
nos poemas de marear (mar e ar).
...
O teu destino deveria ter bebido a verdade.
E todas as ausências emergentes seriam caladas.
E todos os momentos seriam divinos e livres.
E as águas que falam nunca se calariam.
...
Porém, persistente,
crio em palavras o que nunca chegou a ser...
...
E celebro a tua chegada à minha nudez,
onde jamais vieste.
...
Nina Castro



quarta-feira, setembro 17, 2008

RESPOSTAS...

Uma das minhas «canções-fonte-de-força...»

Belíssima.






ANSWER...


*

I will be the answer
At the end of the line
I will be there for you
While you take the time
In the burning of uncertainty
I will be your solid ground
I will hold the balance
If you can't look down

If it takes my whole life
I won't break, I won't bend
It will all be worth it
Worth it in the end
Cause I can only tell you what I know
That I need you in my life
When the stars have all gone out
You'll still be burning so bright

Cast me gently
Into morning
For the night has been unkind
Take me to a
Place so holy
That I can wash this from my mind
The memory of choosing not to fight

If it takes my whole life
I won't break, I won't bend
It will all be worth it
Worth it in the end
'Cause I can only tell you what I know
That I need you in my life
When the stars have all burned out
You'll still be burning so bright

Cast me gently
Into morning
For the night has been unkind





quinta-feira, setembro 11, 2008

«... E TROPEÇO DE TERNURA POR TI.»



Nesta hora tardia... apeteceu-me ouvir Diana Krall. Som-poesia, envolvente... quente, com aromas fortes a chocolate e canela... e a palavras puras, quase líquidas, como estas:

Nesta curva tão terna e lancinante

que vai ser que já é o teu desaparecimento

digo-te adeus

e como um adolescente

tropeço de ternura

por ti.

Alexandre O'Neill

...

São momentUS assim que nos reconciliam com a vida...

quarta-feira, setembro 10, 2008

FINAL... FANTASY... OR REALITY?




PENSAMENTOS SEM CENSURA...







«Não importa o que se ama. Importa a matéria desse amor. As sucessivas camadas de vida que se atiram para dentro desse amor. As palavras são só um princípio - nem sequer o princípio. Porque no amor os princípios, os meios, os fins, são apenas fragmentos de uma história que continua para lá dela, antes e depois do sangue breve de uma vida.»



Inês Pedrosa , in «Fazes-me Falta»



~*~



Inês Pedrosa... cruzámo-nos na universidade Nova. Escreve bem. Muito bem. Por vezes (mais do que as que confessamos) inquieta-nos com as palavras que têm desenho de ferida onde... não um, mas inúmeros dedos se passeiam... como pelas teclas... do PC ou do piano.



Um dia, já no tempo em que deixei de registar o tempo, alguém disse que desgostos de amor têm algo de sonoridade pimba. E eu ri... e entoei as primeiras estrofes duma dessas canções, um sucesso de um cantor que nasceu precisamente no mesmo dia e ano em que eu decidi nascer (memória inconveniente, a minha, que absorve e retém tudo com a facilidade com que se bebe água fresca... quando a sede é lume aceso... e a vida se assemelha a um terreno árido). Depois... parei de rir. Talvez porque eu tenha na boca o sabor de um desgosto não de amor, mas de desamor. É diferente. É. Desamor apaga-nos, dilui-nos, anula-nos. Amor salva-nos. Mesmo quando nos desgostadói.


...


Na estante... belíssima, onde guardo os livros, um outro livro de Inês Pedrosa... 'Fica comigo esta noite...'. E eu sorrio. Título de canção...


O Francisco José Viegas, com quem também me cruzei na Universidade Nova, disse sobre o livro (ou sobre Inês?) «Uma tempestade à qual ninguém pode ficar imune ou indiferente»


Fica


comigo


esta


noite...

terça-feira, setembro 09, 2008

sexta-feira, setembro 05, 2008

À PROCURA DE RESPOSTAS...



A Lista
Oswaldo Montenegro
Composição: Oswaldo Montenegro


~*~

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais...
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar...
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?
Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?


:.*.:


Setembro... numa noite de chuva... sozinha.





segunda-feira, setembro 01, 2008

SETEMBRO...





Chama-se 'November', cantada por Azure Ray. Mas, para mim, esta canção simboliza inúmeros sentires e tem odor a Setembro.


Setembro...


Se te (le)mbro...



«So I'm waiting for this test to end
So these lighter days can soon begin
I'll be alone but maybe more carefree
Like a kite that floats so effortlessly

I was afraid to be alone
Now I'm scared thats how I'd like to be

(...)
And find it in myself
I'll find it in myself
»

domingo, agosto 31, 2008

PAZ LÍQUIDA E SALGADA...




Aqui, nesta paz líquida e salgada,
Navega uma memória adocicada de tudo o que fui...
E um mar, quase calado, dança despudorado sobre mim.
...
E no horizonte, as estrelas marinhas
contam-me o odor quente da liberdade.
E os meus dedos, diluídos na areia,
contam-lhes o arrepio frio da solidão.
...

Os meus olhos recusam o sal.
Hoje não.
Hoje não!
...
Ni Castro

quinta-feira, agosto 28, 2008

SINTO A FALTA DELE, DO MAR...


ESPERA-ME...
*
Nas praias que são o rosto branco das amadas mortas
deixarei que o teu nome se perca repetido.
Mas espera-me:
Pois por mais longos que sejam os caminhos
Eu regresso.
*
Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'MAR', Antologia, ed. CAMINHO
+
Sinto a falta dele... de andar/dançar descalça à sua beira, bem cedo, naquelas horas em que as conchas e as pedras brancas vêm espreitar o rendilhado da espuma salgada e as gentes ainda dormem...
Com o leitor de mp3 minúsculo a acompanhar-me... contaria ao mar uma e outra vez a minha história, também salgada, que ele já conhece de muitas marés.
Mas ouve-me sempre. E responde-me. É então que a maré fica cheia... e as conchas se recolhem. E as pedras brancas me espelham...


«THE STORY» - BRANDI CARLILE
~*~

All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true... I was made for you

I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
And baby I broke them all for you
Oh because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
You do and I was made for you

You see the smile that's on my mouth
It's hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like you do
And I was made for you...

All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
Oh but these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
Oh yeah and its true, that I was made for you

quarta-feira, agosto 27, 2008

NOSTALGIA...



*
Há, nestes últimos dias de Agosto,
uma rima quebrada,
de um cancioneiro interrompido
na sílaba que ninguém pronunciou...

...

E é nela que ainda respira
o meu toque, por ti esquecido.
E é nela que se esconde a saudade
da memória do teu nome,
que em mim ficou.

*
27/08/2008
Ni*