segunda-feira, dezembro 07, 2009
sábado, dezembro 05, 2009
«...NOS OMBROS QUE ANSEIAM POR UMA CARÍCIA...»

Ni*
terça-feira, dezembro 01, 2009
DEZEMBRO(S)

«Os Dezembros possuem um aroma almiscarado de saudade com esperança.
Dezembro é sempre mágico, é o encontro ímpar de passado e futuro, é a hora da reflexão e dos desejos, de enxugar as lágrimas face ao não retorno, do sorriso de expectativa.
Dezembro é Natal, é beleza, é o momento da redenção, da Fé, do Perdão, de lembrar os esquecidos, de ver além do próprio umbigo.
Dezembro é excepção, mas deveria ser rotina, é exemplo e deveria ser seguido.
Dezembro é festa. É promessa de mudança, é chama acesa!
Dezembro é o prelúdio do futuro, é a chave do recomeço, é a estação final do passado, a conexão com o futuro, o momento de arquivar o que passou.
Dezembro é quando eu me lembro mais da minha impermanência e de que sou só um grão de areia, oscilando ao sabor das dunas intermitentes dos dias, que nunca se cansam de se modificarem.»
quinta-feira, novembro 26, 2009
E SE UM DIA...
sábado, novembro 21, 2009
A CAIXINHA DA CONFIANÇA CEGA...
É muito bom o reencontro! Mas se voltarmos a viajar juntos cada um dormirá no seu quarto. E encontrar-nos-emos de manhã, na sala do pequeno-almoço, como os excursionistas japoneses, delicados e munidos das suas máquinas fotográficas. Porque a amizade, quando mostra as garras, furiosa por ter sido desperdiçada, pode revelar-se bem mais severa do que o amor.
(Júlio Machado Vaz)
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segunda-feira, novembro 16, 2009
ESTÁ ASSIM, A MINHA CIDADE...
sábado, novembro 14, 2009
ESSÊNCIA DE ASA...
quinta-feira, outubro 29, 2009
PAUSA NO CAMINHO...


segunda-feira, outubro 19, 2009
A DIFÍCIL ARTE DO PERDÃO...
quinta-feira, outubro 15, 2009
AMO-TE, VIDA!

«Se depois de eu morrer quiserem escrever a minha biografia, não há nada mais simples. Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
quarta-feira, outubro 07, 2009
PARA VOCÊS, MEUS AMIGOS...

sábado, outubro 03, 2009
(Breves) Notícias...
Após 2 cirurgias à coluna... tendo a primeira falhado no seu propósito (bloquear o ramo médio de L3 a S1... para tentar impedir este cerebrozinho de receber informação de dor), a segunda... bom, a segunda parece que também falhou... segundo palavras do médico, pois algo com o nome de 'epidural transforaminal esquerda de L3' já deveria estar a ter efeitos positivos. E as dores.... aumentaram.domingo, setembro 20, 2009
LUZ...
Agradeço a todos/as os/as amigos/as que têm sido a minha única asa... nestes últimos meses, uma vez que as minhas estão feridas e (quase) desaprenderam de voar.
Em minha casa, no local onde lecciono... por telefone, email, sms... por pensamento... obrigada pela vossa presença!
Ainda aguardo um telefonema do médico para confirmar amanhã uma intervenção cirúrgica (pouco invasiva, mas com algum risco) à coluna, para saber em que hospital a farei... horas...
Mas... a ansiedade... o medo misturado com a esperança (que cocktail explosivo!) de dar mais um passo para me livrar destas dores, companheiras traidoras de caminhada, está a apoderar-se de mim.
Abraço de vento... dos embalados pela música e cor do mar...
Ni* (eu volto...)
domingo, setembro 13, 2009
PESSOA E BETHÂNIA...
Sempre tive uma grande admiração pela voz de Bethânia a declamar Fernando Pessoa.
É profunda... como o é a voz de uma PESSOA que sente...
Este poema é de uma beleza e profundidade que não deixa indiferente quem o lê/ouve.
Sintam-no...
Ni*
~*~
Fernando Pessoa
Todas as Cartas de Amor são Ridículas
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(...)
Um excerto de Cartas de Amor... ridículas.
«Cartas a um Amor Futuro...» um projecto de escrita... que, espero, não seja ridículo...
segunda-feira, setembro 07, 2009
sábado, setembro 05, 2009
«Celtic Memories»

«(...) amanheço dolorosamente, escrevo aquilo que posso
estou imóvel, a luz atravessa-me como um sismo
hoje, vou correr à velocidade da minha solidão.»
Al Berto
Tenho o olhar escondido nas mãos
que cheiram a ilhas desertas de ti.
...
As aves traçam rumos de ida
e a tua voz vai com elas.
E tu segues a tua voz.
...
Tenho medo que não regresses do invisível.
Tenho medo de (te) pensar
«à velocidade da minha solidão.»
...
Ni*








