
O segredo mais profundo é que a vida não é um processo de descoberta, mas sim um processo de criação...

MOMENTOS únicos, irrepetíveis, que devemos 'trincar' com o prazer de quem saboreia a primeira maçã da vida...
( A ternura desta canção emociona-me...)



A PEDIDO DA CINDY:
Receita do 'BOLO DOS QUADRADINHOS' (muito antiga)...
A medida para açúcar e farinha é uma 'caneca', das que usamos para beber leite na infância... (eu ainda uso!)... sorriso... foi assim que aprendi..
Ingredientes:
6 ovos
1 pacote de manteiga (250 gramas) Primor, Ucal... de uma marca a gosto... com sal! (todos os bolos que levam uma pitada de sal... têm melhor sabor!)
1 caneca e meia de açúcar
1 caneca (bem cheia) de farinha tipo Branca de Neve com fermento
raspa do vidrado da casca de um limão grande
1 pacote de natas (na receita original era um copo de leite... mas eu adaptei)
Misturam-se as gemas com o açúcar até ficar uma massa amarelinha. - e boa... logo aqui começo a comer ;) - junta-se a raspa de limão e a manteiga amolecida, mas não totalmente derretida. Bate-se bem a massa, até incorporar a manteiga. Juntam-se as natas (ou o leite... como preferirem). Mexe-se bem. Junta-se a farinha. A seguir as claras em castelo... e envolvem-se na massa, sem bater.
(E NÃO prove esta massa de bolo antes de ir ao forno... o sabor é delicioso e viciante... corre o risco da tentação... e depois o bolo fica pequenino... hehehe... fala a experiência!)
Deita-se a mistura num tabuleiro quadrado, (untado com manteiga e polvilhado com farinha) e vai ao forno previamente aquecido (eu ligo o forno a 180º assim que começo a fazer o bolo). Ao colocar a massa no forno... baixar para 150º. E... esperar 30 minutos.
Quando estiver cozido... polvilha-se com açúcar e canela... e corta-se aos quadradinhos.
Espero que seja do agrado de todos... cá em casa é! Até a gatita gosta! :)





Hazme una de esas fotos que tú haces,
empaña el objetivo, desenfoca
lo justo y mide mal la luz. Ahora
que está cayendo el día no es difícil
salir favorecida. Que los rasgos
se suavicen, que todas las arrugas
del alma y del contorno de los ojos
desaparezcan y que quien mire
piense que puedo merecer la pena.
Y sobre todo, que lo que emocione
de esa foto no sea yo, que salgo
allí, sino tus ojos que lo han hecho

Se partires, não me abraces – a falésia que se encosta
uma vez ao ombro do mar quer ser barco para sempre
e sonha com viagens na pele salgada das ondas.
Quando me abraças, pulsa nas minhas veias a convulsão
das marés e uma canção desprende-se da espiral dos búzios;
mas o meu sorriso tem o tamanho do medo de te perder,
porque o ar que respiras junto de mim é como um vento
a corrigir a rota do navio. Se partires, não me abraces –
o teu perfume preso à minha roupa é um lento veneno
nos dias sem ninguém – longe de ti, o corpo não faz
senão enumerar as próprias feridas (como a falésia conta
as embarcações perdidas nos gritos do mar); e o rosto
espia os espelhos à espera de que a dor desapareça.
Se me abraçares, não partas.
Maria do Rosário Pedreira


Encolho-me e não sei voltar-me para a frente, onde tudo continua.
Hoje, não sei...
Ni*
«...Je t’aime, je t’aime
Comme un fou comme un soldat
Comme une star de cinéma
Je t’aime, je t’aime
Comme un loup comme un roi
Comme un homme que je ne suis pas
Tu vois, je t’aime comme ça...»
(Para ouvir, colocar previamente em pausa o som de fundo a tocar no blog)
...


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